criações

LÁ, onde a gente dançava sobre espelhos – UNICAMP/2017 foi uma abertura de processo de criação no II Simpósio Internacional Repensando Mitos Contemporâneos – Babel: tradições, traduções e traições (Instituto de Artes da UNICAMP).  Neste estudo, dança, música, videoarte e iluminação compuseram a investigação criativa de uma dramaturgia expandida, apoiada na improvisação entre linguagens. 

Lu Favoreto chega ao palco virtual do #EmCasaComSesc para dançar a ancestralidade ameríndia no “LÁ, onde a gente dançava sobre espelhos”, com a colaboração de Cibele Forjaz.

A criação é livremente inspirada no contato da Cia. Oito Nova Dança com o universo ameríndio e suas concepções de corporalidade. Pela perspectiva do movimento, a performance é fundamentada na pesquisa de um corpo ancestral e na integração entre voz, palavra, canto e dança, provocando um diálogo improvisacional entre dança, música, imagem/projeção e luz.

Em DESFAZER DA FACE|DESFAZER DA FUÇA os artistas-criadores e colaboradores da Cia. Oito Nova Dança contracenam através da plataforma Zoom e apresentam, com seus computadores, diferentes ângulos da cena ao vivo. Celulares filmam detalhes, uma projeção ao fundo espelha a tela do computador, que por sua vez pode compartilhar sonoridades e imagens que atravessam espaços e tempos. Dançando através das telas de conferência, multiplicamos os pontos de vista do acontecimento, para buscar capturar o “ao vivo” da experiência, novas identidades, alteridades e modos de encontro. Nesta investigação as ferramentas de comunicação à distância viram linguagem, na contracenação entre a dança de Lu Favoreto e falas de Ailton Krenak, grande pensador e ambientalista indígena, sobre o nosso momento histórico.

SONHOS | aproximações evoca uma nova possibilidade de comunicação, ao mesmo tempo que sugere um retorno aos elementos primordiais da vida. Com a reclusão social um novo cotidiano transformou o tempo-espaço íntimo. Tornou-se inevitável o uso do computador como ferramenta de transmissão de afetos, construção de corpos sensíveis e processos criativos. A imaginação e os sonhos redimensionaram nosso dia e noite, como condutor de subjetividades, para além da materialidade do computador.

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